Segredo II – (20)

O sábio observa que o sangue dentro de suas veias corre há bastante tempo, fui desde o primeiro rio e desembocará no oceano da existência.
Ele contempla por um segundo que dura um milênio a selvagem paz de entender a língua dos homens e dos anjos.
A brisa sopra a terra, o furacão sopra a terra.
A brisa sopra a montana, o furacão sopra a montanha.
E no entanto a vida flui.
Meditar é assistir explosões internas.

Mergulhando num cenote

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