Wabi Sabi número dois

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Curtas caminhadas pela manhã fazem milagres para um cérebro desocupado. Hoje lembrei que tinha esquecido que nada é perfeito, que tudo é transitório e que esperar por um ideal é adiar a realidade.

Wabi-sabi representa uma abrangente visão do mundo japonesa ou a estética centrada na aceitação da transitoriedade e imperfeição.

Há algum tempo, eu estava pensando no que fazer com uma série de textos sem pé nem cabeça que – na minha opinião – está incompleto. Algumas pessoas chegaram a ler, 100% disse que não entendeu tudo, mas todos disseram que gostaram de algo. A minha iluminação, durante a caminhada, é que talvez seja isso mesmo. Talvez o texto seja assim. Incompleto. Com partes gostáveis. Que não significa alguma coisa em específico, mas que pode ter vários significados, dependendo de quem lê. Ou que não tem significado nenhum.

Pelo menos, eu já tenho um nome para dar àquele conjunto de palavras. Que já é muito, que já é quase tudo.

Se você quiser dar uma lida, entre em contato. Não é nada que vá transformar a sua vida, ou que eu vá transformar em algo grande, por enquanto.

Mas já tem nome.

 

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